segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Fórum Social Mundial discutirá direito à comunicação no mundo

Evento que retorna à Africa em 2011, agora sediado em Dakar no Senegal, deverá reunir diversas entidades da sociedade civil para discutir uma outra sociedade possível.

O Fórum Social Mundial retorna pela segunda vez à Africa, em sua edição de 2011. O encontro, que já foi sediado em Bamako (Mali), em 2006 – quando o evento aconteceu simultaneamente em três continentes -, e em Nairóbi, Quênia, em 2007, acontecera agora em Dakar, capital do Senegal, e deverá reunir diversas entidades da sociedade civil ao redor do mundo para discutirem os rumos de uma outra sociedade possível.

Entre os 12 eixos escolhidos para orientar as atividades realizadas no evento, dois em particular interessam diretamente à comunicação: o eixo 3 – Pela aplicabilidade e efetividade dos direitos humanos; e o eixo 5 – Pelos direitos inalienáveis. Entre as atividades já confirmadas está um seminário que o Intervozes ajudará a organizar em parceria com outras 8 entidades do Brasil, Equador, Marrocos, Senegal e França. O objetivo é discutir o direito à comunicação em diferentes países e construir estratégias de atuação conjunta em torno da produção de informação para mobilização social. As organizações proponentes do seminário discutirão ainda uma possível parceria para a realização do 2º Fórum Mundial de Mídia Livre em 2012.

Outra atividade importante já confirmada no Fórum é um debate sobre o Wikileaks, com a presença do sociólogo português Boaventura de Souza Santos, organizado pela Ciranda em parceria com o Intervozes e o Fenment, da Tanzânia.
Visibilidade

Como historicamente há pouco interesse por parte dos grandes meios de comunicação em difundir ao mundo os debates e articulações políticas que acontecem no processo do Fórum Social Mundial, a organização do evento está preparando o terreno para que os comunicadores dêem voz aos participantes do encontro. Uma estrutura com alojamentos para 320 jornalistas e sala de imprensa com computadores e internet wireless são algumas facilidades para que a cobertura internacional do evento aconteça de forma efetiva.

Uma oficina com imprensa local, agências internacionais e organizações de comunicação está sendo programada para janeiro, com a intenção de preparar a cobertura do Fórum. A ideia é que, mais uma vez, aconteça a cobertura compartilhada do FSM, onde comunicadores do mundo todo trabalham de forma colaborativa para difundir as atividades e acontecimentos do Fórum. Já está confirmada mais uma edição da Ciranda da Informação Independente (www.ciranda.net) e do Fórum de Rádios, que está sendo organizado pela Associação Mundial de Rádios Comunitárias (Amarc) em parceria com diversas emissoras africanas.

Do Intervozes

Fórum Social das Américas - um fórum originário



Egon Dionísio Heck

Eles estão aí com suas múltiplas cores, línguas, artes, vestimentas, mostrando a bela diversidade do continente americano, Abya Yala. Os povos indígenas originários estão dando um tom todo especial a esse Fórum. E o estão fazendo não mais com o assento na denúncia da dominação e massacre secular do projeto colonizador, mas a partir das propostas de vida emergidas de sua sabedoria milenar, de suas raízes profundas, de seus projetos de vida. Da resistência, das sementes lançadas nas brechas dos muros do sistema colonial, capitalista, neoliberal, nasce uma nova matriz civilizatória, o bem viver.

Num momento de profunda crise planetária, política, econômica, social e ambiental, a América latina é o solo fecundo onde emerge e se gesta uma verdadeira revolução, uma nova matriz civilizatória vai sendo construída. Conforme diz Irene Leon "Isto é patente tanto nos enfoques de refundação sustentados em torno ao Sumak Kawsay (Bem Viver) Suma Qamaña (Viver Bem), Ñandereko (Vida harmoniosa), como aqueles que se fazem em torno ao Scocialismo Comunitário e do Século 21". (Alai, julho 2010)

O Bem Viver como Boa Notícia


Nesta verdadeira primavera latino-americana, no coração do continente, o Paraguai, se houve o grito plural de uma nova América, Abya Yala, não só possível, mas necessária e urgente, mas em construção, em caminho, aflorando das raízes indígenas originárias, afrodescendentes e campesinas deste continente. Recolhe, como as águas da resistência, das milhares de vidas ceifadas, dos heróis e mártires da justiça, dos ideários e testemunhos revolucionários, que passam por Martí, Che Guevara, Sepé Tiaraju e milhões de lutadores e guerreiros da justiça, da igualdade e da vida solidária e fraterna no continente latino-americano.

O Bem Viver, é mais do que uma inspiração, uma utopia, valores, um novo paradigma de vida e sociedade. É uma raiz milenar e plural que torna as experiências históricas dos povos deste continente, suas cosmovisões, suas relações com a Pacha Mama(mãe terra), suas diversidades e a centralidade da vida, como base e inspiração para desconstruir o projeto colonial e atual modelo capitalista neoliberal, e construir novos projetos de sociedade, no inicio deste século 21.

Nos vários espaços desse IV Fórum Social das Américas, pode-se sentir o pulsar forte do coração do continente em busca dos novos caminhos que vão sendo feitos, caminhando, debatendo, somando, sonhando, partilhando e construindo. A caminhada de abertura, por mais de três horas, pelas ruas de Assunción, simbolizou a determinação e necessidade de avançar na construção de redes dos movimentos sociais do continente, que sustentem e impulsionem a árdua luta contra o sistema necrófilo que celeremente destrói o planeta Terra e ameaça a sobrevivência da vida mesma dessa nossa casa comum.O caminho poderá ser duro, sofrido e longo, mas é urgente, desafia e convoca a todos os povos para se unirem em torno desse grande mutirão da vida e nova civilização.

Os processos de mudanças no continente latino-americano são a mola propulsora da esperança. Não são apenas sonhos, mas são propostas sendo construídas em meio a inúmeras contradições, avanços e recuos; mas com a firme determinação de enfrentar toda forma de imperialismo e dominação. E sentimos nesse pulsar o néctar do Bem Viver, como bem o define René Ramirez "um conceito complexo, não linear, historicamente construído e em constante resignificação... identifica como finalidades: a satisfação das necessidades, a conquista de uma qualidade de vida e morte digna, o amar e ser amado/a, o florescimento da saúde para todos e todas, em paz e harmonia com a natureza, e a prolongação indefinida de culturas, ...o tempo livre para a contemplação e a emancipação, e que as liberdades e oportunidades, capacidades e potencialidades se ampliem e floresçam". (Alai, julho 2010)

Um Fórum em Guarani

Os grandes anúncios do Fórum são também feitas em Guarani, uma das línguas oficiais do país anfitrião -ñane Amerika tee oñemongu’ehína!- nossa América está no caminho!

Porém os povos Guarani, presentes em cinco países deste continente, esperam que esse Fórum também seja um momento importante para ser não apenas conhecido seu idioma, sistema de vida e rica cultura, mas principalmente que haja um posicionamento quanto à urgente devolução de seus territórios tradicionais, condição indispensável para continuarem vivendo enquanto povos e contribuíram e continuarão contribuindo para a construção dessa nova América possível, necessária e urgente. Em vários momentos estarão sendo debatidos e visibilizada essa realidade do povo Guarani. Haverá uma palestra e debate sobre o Bem Viver do povo Guarani, apresentação e debate sobre o mapa Guarani Reta, debate sobre os impactos das grandes obras sobre esses povos, especialmente a construção de Itaipu, que inundou o território de 34 comunidades Guarani e até hoje não lhes restituiu terras.

Porém nesses dias o povo Guarani no Paraguai teve uma pequena, mas significativa vitória. A comunidade de Cerro Puytã, depois de ficar acampada, com mais de cem pessoas numa das praças centrais da capital, teve finalmente conquistado o título de parte de sua terra. Os 2.350 hectares significam uma possibilidade de sobrevivência com mais dignidade para esta comunidade Guarani.

Campanha Povo Guarani Grande Povo
Assuncion, 13 de agosto de 2010.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

São Paulo sedia edição temática do FSM em 2011

Evento abrangerá a Grande São Paulo com atividades descentralizadas e centralizadas; a Plenária de Lançamento do processo de construção será em 9 de novembro de 2010 e aberta à participação de todos. O Fórum Social de São Paulo é uma iniciativa de organizações da sociedade civil que atuam na Grande São Paulo, unidas sob o lema “Outra cidade é possível, necessária e urgente! O que fazer?”.

Sob o lema “outra cidade é possível, necessária e urgente! O que fazer?”, acontecerá no dia 9 de novembro, na FAU Maranhão, um evento que marcará a construção coletiva do Fórum Social de São Paulo (FSSP). A sociedade civil está convidada a participar e a contribuir efetivamente para a realização do Fórum, previsto para acontecer em maio de 2011. Ainda no dia 9, os presentes poderão contribuir para a escolha de um conceito visual para o FSSP.

O objetivo deste lançamento é mobilizar pessoas, movimentos sociais e culturais, redes, campanhas e organizações para incluírem o Fórum em suas agendas e construírem processos de articulação permanente. A intenção é que possam fortalecer suas lutas, constituir planos de ação conjunta, e ainda, viabilizar o primeiro encontro do FSSP, previsto para o ano que vem.

Elaboração do conceito visual para o FSSP


Na Plenária de Lançamento também será escolhido, por meio da consulta aos participantes, o conceito visual do FSSP que servirá de inspiração para a criação de sua identidade visual. Todos estão convidados a criar propostas! Os interessados devem entrar em contato com o Escritório do FSSP pelo email fssp2011@gmail.com para mais informações.

Realização do FSSP

A proposta é de que o Fórum Social de São Paulo aconteça em maio de 2011, nos finais de semana dos dias 14 e 15, 21 e 22. O Fórum Social de São Paulo é uma iniciativa de organizações da sociedade civil que atuam na Grande São Paulo, unidas sob o lema “Outra cidade é possível, necessária e urgente! O que fazer?”.

Com base no processo da organização da 10ª edição do Fórum Social Mundial, o Fórum Social de São Paulo prevê a realização de encontros e ações descentralizadas, de modo que movimentos e organizações se reconheçam, se articulem e descubram convergências localmente.

Nestes encontros, farão parte da programação temas como: mobilidade urbana, direito à moradia, privatização e precarização de serviços essenciais, democratização da cultura e da comunicação, meio ambiente, sustentabilidade, exercício da cidadania e da atividade política, violação dos direitos fundamentais entre muitos outros, de atuação e interesse das organizações. A participação é aberta a todos que estejam de acordo com a Carta de Princípios do Fórum Social Mundial.

PLENÁRIA DE LANÇAMENTO DO FÓRUM SOCIAL DE SÃO PAULO

Dia: 9 de novembro
Local: FAU Maranhão.
Endereço: Rua Maranhão, n.88, Consolação.
Horário: 18h30

Informações:

www.forumsocialsp.org.br

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Eventos e atividades em todo o mundo marcarão os 10 anos do FSM em 2010

Em 2010, o Fórum Social Mundial celebrará 10 anos de seu processo. Para marcar a data, o Conselho Internacional do fórum decidiu, em sua última reunião, realizada em maio em Rabat, no Marrocos, que ao longo de todo o próximo ano o processo FSM terá um caráter permanente, com múltiplos eventos em todo o mundo. O CI propõe que o tema da crise global seja o elemento de identidade comum do processo em 2010.


Próxima edição do FSM será em Dakar, na África, em 2011

A última reunião do Conselho Internacional do FSM, realizada em maio, aprovou a realização do próximo Fórum Social Mundial em Dakar, no Senegal, em 2011. Segundo os organizadores do Fórum Social Africano, a proposta de Dakar tem o apoio de inúmeros movimentos sociais da África, como organizações feministas e centrais sindicais.


Fórum Social do Québec acontece entre os dias 9 e 12 de outubro

De 9 a 12 de outubro, acontecerá em Montréal, no Canadá, a segunda edição do Fórum Social do Québec. São esperados mais de seis mil participantes.

Veja mais informações no site do evento: Fórum Social

Confira também a agenda completa de mobilização para o segundo semestre:
Notícias Fórum Social


FSM Belém 2009

a) Resultado das assembleias

No sexto dia do FSM 2009, o palco central da UFRA (Universidade Federal Rural do Amazonas) reuniu milhares de ativistas e representantes de movimentos e organizações para assembleias temáticas cujas declarações foram apresentadas, ao final, em uma Assembleia das Assembleias.

Para conhecer os resultados, acesse: Resultado das assembleias



b) Cobertura da mídia

O FSM 2009 recebeu mais de 800 veículos de 30 países. Cerca de 2500 jornalistas e profissionais de mídia estiveram em Belém e outros 2000 cobriram o Fórum a distância.
Veja um clipping do que foi publicado na internet em: :Cobertura da mídia

O FSM Belém também foi palco de um processo participativo de mídia independente através dos projetos compartilhados de mídia. Veja o que foi publicado:

- Ciranda
- Foro de Radios
- WSF TV



c) Certificados de participação

Baixe e imprima o seu certificado de participação: Certificados



fonte: Boletim FSM

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

FSM termina como “novas inspirações” para buscar outro mundo possível


Depois de seis dias de programação, o Fórum Social Mundial (FSM) chegou ao fim 1° de fevereiro com “novas inspirações” para buscar um outro mundo possível. A avaliação é do sociólogo e membro do Conselho Internacional do Fórum Social Mundial Cândido Grzybovski, que participou de entrevista coletiva ao lado de movimentos sociais para apresentar um balanço da reunião internacional.

“Terminamos a semana com um cansaço cívico e cidadão, com novas inspirações, renovados na busca de um outro mundo”, afirmou.

Para Grzybovski , a realização do evento em Belém tornou esta edição um marco para o FSM pelas relação “entre a Amazônia e a utopia” e pela crise que “enterrou” o Fórum Econômico Mundial, que ocorreu simultaneamente em Davos, na Suíça. “Ocupamos um enorme vazio na agenda mundial”.

O número de participantes superou as previsões da organização, que eram de 120 mil pessoas, e chegou a 133 mil. Entre eles 1,4 mil quilombolas e 1,9 mil indígenas, a maior participação desses segmentos em todas as edições do FSM, segundo Grzybovski.

Representante das lideranças indígenas, o peruano Mario Palacios disse que o FSM foi importante para dar protagonismo aos povos da floresta e comunidades tradicionais. “Há uma alternativa a essa crise civilizatória, climática, energética. Concluímos que outro mundo é possível e está nos povos indígenas. Somos atores políticos vivos, não somos a parte folclórica da democracia”.

Palacios também anunciou a realização do 5º Fórum Social Mundial Pan-Amazônico, aprovada em assembléia durante a manhã.

A participação de comunidades indígenas também foi lembrada pela representante do movimento negro, Nilma Bentes. “O Fórum abriu possibilidade para que o movimento negro estreitasse relação com o movimento indígena”. Pela primeira vez, segundo Nilma, as questões raciais foram pautadas em um FSM como reivindicavam os movimentos sociais.

O ativista palestino Jamal Juma, coordenador do movimento Stop the Wall, agradeceu a recepção do Fórum à causa palestina e disse que a reunião foi uma oportunidade de apresentar ao mundo o que chamou de apartheid israelense. “Nesta hora em que testemunhamos o massacre do povo de Gaza, o Fórum é uma plataforma para mostrar a luta do povo palestino. Queremos pedir apoio do Comitê Internacional para forçar Israel a cumprir leis internacionais”.

Em 2010, o Fórum Social Mundial vai ocorrer de forma descentralizada, sem uma cidade sede. Para 2011, a África e o Oriente Médio são os prováveis candidatos, mas os Estados Unidos também podem estar na lista, segundo Grzybovski.

Uma agenda mundial de mobilizações também foi anunciada hoje pela representante do Fórum Social Europeu, a italiana Rafaela Bolini, e inclui protestos durante a reunião do G-8, em maio, na Itália, durante a Conferência da Organização das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, em dezembro, na Dinamarca, e até no aniversário de 60 anos da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), em abril.


por Luana Lourenço
para a cobertura integrada FSM/EBC
http://fsm.ebc.com.br/?p=586

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Balanço: Fórum Social 2009 - Belém - Pará- Brasil


O Fórum Social Mundial 2009, realizado pela primeira vez na Amazônia, em Belém do Pará, chegou ao fim neste domingo (1°) com um total de 133 mil participantes inscritos, de 142 países, informou a organização do evento. Mas, no total, o número de pessoas envolvidas no FSM — reunindo participantes e trabalhadores — chegou a 150 mil.

O último dia do Fórum foi marcado pela realização de assembléias setoriais temáticas, pela parte da manhã, com a divulgação de algumas conclusões dos debates. Na parte da tarde, ocorreu a Assembléia das Assembléias, com apresentação de algumas propostas de campanhas globais que devem ser lançadas em 2009. Local e data do próximo FSM não foram definidos no domingo. O que está definido é que deverá ser em um país da África, em 2011.

Além das datas tradicionais — como os dias internacionais da mulher e dos trabalhadores rurais, e da cúpula do G8, em julho, da Cúpula das Américas, em abril, e do Clima, em dezembro —, os movimentos sociais propuseram a realização de uma semana de protestos contra o capital e a guerra entre os dias 28 de março e 4 de abril. Neste período, será criada uma nova articulação de países ricos que, além dos oito do G8, incluirão as demais 12 nações mais ricas do mundo.

Outro evento que deve ser alvo de mobilizações é a comemoração dos 60 anos da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), marcada para o dia 4 de abril, em Estrasburgo, na França. No dia 30 de março, estão previstas ações unificadas de apoio à Palestina e contra os crimes de guerra cometidos por Israel em Gaza.

Já as organizações que discutem a dívida externa de países do Sul lançaram uma convocação para que todos os governos implementem auditorias e, com base nelas, declarem a ilegalidade das dívidas, suspendendo os pagamentos e exigindo reparação por processos abusivos de endividamento. O documento, assinado pela Campanha Jubileu Sul e pela Comissão Internacional pela Anulação da Dívida do Terceiro Mundo, também pede que os governos dos países do Sul se retirem do G20.


A organização do FSM divulgou os seguintes números como balanço final:

1- Total de participantes: 133mil

2 - Participantes inscritos no acampamento: 15 mil

3 - Crianças recebidas na Tenda Curumim-Erê : 3 mil crianças

4 - Trabalhadores voluntários, tradutores, equipe técnica e representantes de entidades organizadoras: 4.830

5 - Expositores de tendas, feira institucional, feira da economia solidária, restaurantes e lanchonetes: 5.200

6 - Eventos culturais: 200

7- Artistas: 1.000

8 - Profissionais comunicadores da imprensa oficial, mídia alternativa ou freelancer: 4.500 (2.500 credenciados e 2.500 à distância)

9 - Entidades e organizações inscritas: 5.808

Por continente:

África: 489
América Central: 119
América do Norte: 155
América do Sul: 4.193
Ásia: 334
Europa: 491
Oceania: 27

10 - Atividades autogestionadas inscritas: 2.310

11- Veículos de comunicação credenciados: 800 veículos de equipes de 30 países.

12 - Pesquisas de perfil de participantes: aproximadamente 2.150 entrevistas por amostragem.


Da Redação, com informações da Carta Maior

Leia também:

COBERTURA PORTAL VERMELHO NO FSM

FÓRUM SOCIAL MUNDIAL (FSM) CONTA COM A PARTICIPAÇÃO DE ESPECIALISTAS EM ASSÉDIO MORAL


Roberto Heloni e Margarida Barreto (sentados), palestrante Arthur Lobato

Por Taís Ferreira

O Fórum Mundial Social 2009 contou com a presença de 133 mil participantes inscritos, de 142 países, totalizando aproximadamente 150 mil pessoas, contando com os organizadores. Foram inscritas 5.808 entidades e organizações - África: 489, América Central: 119, América do Norte: 155, América do Sul: 4.193, Ásia: 334, Europa: 491, Oceania: 27.

Os sindicatos dos Servidores da Justiça de Minas Gerais de segunda e primeira instância, o SINJUS-MG e o Serjusmig contribuíram com sucesso em uma das atividades do FSM. O psicólogo Arthur Lobato, membro da Comissão de Combate ao Assédio Moral dos dois Sindicatos, participou de oficinas sobre o tema, relatando um pouco do trabalho que as duas entidades vem realizando.

A Comissão SINJUS-MG/Serjusmig foi convidada pelo professor doutor José Roberto Heloani (Unicamp/FGV). A oficina com participação de Arthur, também contou com palestrantes da América Latina (Argentina/Cuba etc), e foi coordenada pela doutora Margarida Barreto (PUC/SP). No Brasil, Heloani e Margarida são duas das maiores autoridades sobre o tema “assédio moral no trabalho”.

* Taís é jornalista, é editora do blog CINE JORNALISMO EM PAUTA